Redação Plenax – Flavia Andrade
O trabalho desenvolvido em Mato Grosso do Sul pela Casa Rosa será apresentado mais uma vez em um dos maiores eventos científicos do país voltados à saúde da mulher. O mastologista Victor Rocha participa, pelo terceiro ano consecutivo, do 28º Congresso Brasileiro de Mastologia, realizado entre os dias 13 e 16 de maio, em Goiânia (GO).
Reconhecido nacionalmente, o congresso reúne especialistas de diversas regiões do Brasil para discutir avanços no diagnóstico, tratamento e fortalecimento de políticas públicas relacionadas ao câncer de mama.
Durante a programação científica, Dr. Victor Rocha será um dos debatedores da sessão sobre políticas públicas, levando ao cenário nacional os resultados obtidos pela Casa Rosa, projeto sul-mato-grossense que se consolidou como referência em atendimento humanizado, prevenção e diagnóstico precoce da doença.
A apresentação destaca o modelo integrado implantado pela instituição, que combina tecnologia, rapidez nos exames e acolhimento aos pacientes, fatores considerados fundamentais para aumentar as chances de cura do câncer de mama.
Além da atuação voltada à mastologia, a Casa Rosa também ampliou os serviços oferecidos para colaborar diretamente com a redução das filas do Sistema Único de Saúde (SUS). Entre os procedimentos disponíveis estão mamotomia, cintilografia cardíaca, biópsia de próstata, atendimentos oftalmológicos e testes genéticos para detecção precoce do câncer de mama.
Segundo Dr. Victor Rocha, a expansão da estrutura mostra que iniciativas regionais podem contribuir de forma efetiva para melhorar o acesso da população aos serviços especializados de saúde.
“A Casa Rosa nasceu com o propósito de salvar vidas por meio do diagnóstico precoce do câncer de mama. Hoje, conseguimos ampliar esse cuidado e ajudar também na redução de filas históricas do SUS, levando mais acesso, rapidez e dignidade para quem precisa da saúde pública”, afirmou.
A participação da instituição no congresso reforça a visibilidade nacional do trabalho realizado em Mato Grosso do Sul e evidencia como experiências locais podem servir de modelo para fortalecer políticas públicas de prevenção e diagnóstico precoce em todo o Brasil.

