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Valtra destaca papel da tecnologia no avanço da colheita de soja no Brasil

Foto: Divulgação

Redação Plenax

Com o avanço da safra nas principais regiões produtoras, a tecnologia embarcada em máquinas agrícolas tem sido determinante para garantir eficiência operacional, redução de perdas e melhor aproveitamento das janelas curtas de colheita.

De acordo com relatório divulgado em 14 de fevereiro pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), 24,7% da área total de soja no país já havia sido colhida. Estados como Mato Grosso, Tocantins e Paraná lideram o ritmo dos trabalhos no campo.

Agricultura inteligente como diferencial competitivo

Segundo Douglas Vincensi, Coordenador de Marketing Produto Colheitadeiras da Valtra, o encerramento da colheita é um momento estratégico para o produtor.

“As tecnologias de monitoramento e sensores permitem visualizar a produtividade talhão por talhão, transformando dados em decisões estratégicas para a próxima safra.”

A lógica da agricultura de precisão evoluiu: a colheitadeira deixou de ser apenas um equipamento de extração para se tornar um sensor ativo de diagnóstico agronômico, gerando mapas de produtividade e umidade em tempo real.

Série 800: eficiência operacional e disponibilidade mecânica

As colheitadeiras axiais da Série 800 da Valtra incorporam recursos como:

Piloto automático, que reduz sobreposição de passadas e pode elevar o rendimento operacional em cerca de 10%.

Sistema V-Flow, que simplifica a manutenção diária e melhora o arrefecimento, ampliando o tempo efetivo de operação.

Monitoramento integrado da variabilidade produtiva, permitindo a criação de mapas digitais para decisões sobre correção de solo e aplicação de insumos.

Em grandes operações, a disponibilidade mecânica é um fator crítico. A Série 800 pode oferecer até dois dias adicionais de disponibilidade por safra, graças à redução de paradas para limpeza e manutenção.

Eficiência energética e sustentabilidade financeira

Outro pilar estratégico é a economia de combustível. A evolução dos motores eletrônicos, como os modelos da AGCO Power, pode gerar redução de até 25% no consumo, protegendo margens em um cenário de volatilidade de custos operacionais.

A integração entre potência, conectividade e inteligência de dados reforça a competitividade do agronegócio brasileiro, especialmente diante de desafios climáticos previstos para 2026.

Ao final da safra, além do volume colhido, o produtor passa a ter um “raio-x” digital completo da lavoura — base técnica essencial para planejamento agronômico, eficiência energética e sustentabilidade econômica nas próximas safras.

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