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União de investimentos e gestão integrada impulsionam Mato Grosso do Sul a novos patamares de desenvolvimento

Foto: Álvaro Rezende/Secom/Arquivo

Redação Plenax – Flavia Andrade

Crescimento econômico acima da média nacional, queda expressiva da pobreza e avanços sociais consistentes consolidam Mato Grosso do Sul entre os Estados mais promissores do país. Essa é a avaliação do secretário de Estado da Casa Civil, Walter Carneiro Junior, ao destacar os resultados recentes da administração pública estadual.

O desempenho econômico do Estado tem chamado atenção. Em 2023, o PIB sul-mato-grossense avançou 13,4%, impulsionado pela diversificação da matriz produtiva, pela ampliação dos investimentos estaduais nos municípios e pela execução de obras estruturantes, como pavimentação, saneamento básico e intervenções urbanísticas. A melhoria contínua dos indicadores educacionais também integra o conjunto de fatores que sustentam esse crescimento.

Segundo Walter, os próximos anos devem acelerar ainda mais esse processo. “A população quer cidades bonitas, bem cuidadas, limpas e organizadas. Não tenho dúvida de que, nos próximos dois anos, essa realidade vai avançar ainda mais”, afirma.

Para ele, o impacto do desenvolvimento é direto no cotidiano das famílias. “Isso influencia o convívio, a autoestima e a qualidade de vida do sul-mato-grossense. Esse é o maior legado do Governo Eduardo Riedel: melhorar a vida das pessoas.”

Mesmo diante de um cenário global marcado por conflitos e instabilidades econômicas, o secretário destaca que Mato Grosso do Sul mantém trajetória de expansão, criação de empregos e ampliação de oportunidades — especialmente para quem busca qualificação profissional.

Queda da pobreza e mercado de trabalho aquecido

Dados da Síntese de Indicadores Sociais 2025, do IBGE, mostram que 40 mil pessoas deixaram a pobreza entre 2023 e 2024, colocando MS entre os Estados que mais reduziram o indicador no país e garantindo a terceira menor taxa de pobreza do Brasil.

No mercado de trabalho, a taxa de desocupação caiu de 4,7% para 3,9%, o menor patamar desde 2012. O rendimento médio real também cresceu. “Ao ampliar a matriz econômica, criamos oportunidades reais de emprego. Hoje, MS está no topo nacional em desocupação e ocupa a segunda posição em competitividade do mercado de trabalho”, destaca Walter.

Integração institucional como estratégia

O secretário aponta que os resultados são fruto da articulação estreita entre Governo do Estado, municípios e diferentes Poderes. “O fortalecimento das relações institucionais é fundamental. Mantemos parceria sólida com prefeituras, Assembleia Legislativa e bancada federal. Essa união garante a execução dos programas e o desenvolvimento dos municípios”, finaliza.

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