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Inmet emite alerta laranja para baixa umidade e MS está entre os estados afetados

Foto: Bruno Peres/Agência Brasil

Redação Plenax – Flavia Andrade

Umidade relativa do ar pode chegar a 12% nesta sexta-feira; instituto alerta para risco de incêndios e impactos à saúde

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta laranja, de perigo, para baixa umidade do ar em áreas de oito estados e do Distrito Federal. Mato Grosso do Sul está entre as regiões incluídas no aviso, que entra em vigor nesta sexta-feira (31), das 12h às 18h.

Segundo o instituto, a umidade relativa do ar poderá variar entre 20% e 12% durante o período de maior intensidade do fenômeno.

O alerta abrange 501 municípios de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Goiás, Tocantins, Maranhão, Piauí e Bahia, além do Distrito Federal.

De acordo com o Inmet, os índices previstos representam risco potencial à saúde da população e de ocorrência de incêndios florestais.

Umidade também preocupa em outras áreas

Além do alerta laranja, o Inmet emitiu um alerta amarelo, de perigo potencial, para uma área mais extensa da região central do país.

Nesse caso, a umidade relativa do ar deve variar entre 30% e 20%. O aviso prevê baixo risco de incêndios florestais e de impactos à saúde.

O alerta amarelo ficará vigente nesta sexta-feira, das 10h30 às 21h.

Litoral do Sul tem alerta para ventos

O Inmet também emitiu um alerta amarelo para ventos costeiros no litoral do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina.

O aviso permanece válido durante toda esta sexta-feira e indica possibilidade de intensificação dos ventos nas áreas litorâneas.

Entre os efeitos previstos está a movimentação de dunas de areia sobre construções localizadas na orla. Ao todo, 48 municípios estão incluídos no alerta.

Baixa umidade exige cuidados

Durante períodos de umidade muito baixa, a população deve redobrar os cuidados, especialmente nas horas mais secas do dia. A condição pode provocar desconforto, ressecamento das vias respiratórias e agravar problemas respiratórios.

A combinação de tempo seco, altas temperaturas e vegetação ressecada também aumenta o risco de propagação de queimadas.

A recomendação é acompanhar as atualizações meteorológicas e evitar atividades físicas intensas e exposição prolongada ao sol nos horários de maior concentração de calor e menor umidade.

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