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3º Leilão Direito de Viver arrecada recursos para o Hospital de Amor e deve reunir 1,5 mil pessoas em Campo Grande

Foto: Divulgação

Redação Plenax – Flavia Andrade

O Hospital de Amor, referência nacional no tratamento oncológico, realiza no próximo domingo (14), em Campo Grande, a 3ª edição do Leilão Direito de Viver. O evento tem o objetivo de arrecadar recursos para manter o atendimento gratuito oferecido a milhares de pacientes diariamente nas 41 unidades da instituição no país.

O coordenador da edição local, Leandro Tenalia, reforça que a iniciativa fortalece o trabalho desenvolvido por voluntários. “Venha fazer parte desta corrente do bem. Cada participação soma e faz a diferença na vida de quem mais precisa”, afirma.

A programação começa às 10h e segue ao longo do dia, com almoço, leilão e apresentações de Alisson Lima — filho do cantor Chitãozinho — e da dupla Maria Cecília & Rodolfo, que iniciou a carreira na Capital. Serão leiloados animais de grande porte e diversos itens doados por voluntários, entre eles uma camisa da Seleção Brasileira assinada por Ronaldo Fenômeno e chapéus autografados por Chitãozinho & Xororó e por Sorocaba.

O evento será realizado no Terra Nova Eventos, na MS-080, km 2, área rural. A expectativa é reunir 1,5 mil pessoas. Mesas para oito lugares estão à venda por R$ 3 mil, e bistrôs com quatro banquetas, por R$ 1,6 mil. Um dos pontos de venda é o restaurante Vermelho Grill; reservas também podem ser feitas pelo telefone (67) 9906-4059. O espaço terá área kids com monitores.

Histórias que reforçam a importância do atendimento

Entre os milhares de pacientes atendidos diariamente pelo Hospital de Amor está Fátima Aparecida de Sousa, 62 anos, moradora de Campo Grande. Ela descobriu um câncer de mama em 2023, durante um exame realizado por acaso na unidade do hospital.

“Eu não tinha sintomas. Levei minha irmã para fazer um exame e a recepcionista perguntou se eu queria aproveitar. Disse que já tinha feito oito meses antes, mas ela insistiu. Fiz o exame e logo me chamaram para a biópsia. Deu carcinoma”, relata.

Fátima iniciou o tratamento imediatamente, incluindo consultas, cirurgia e radioterapia, tudo de forma ágil e gratuita. “Não sou aposentada. Se tivesse que pagar, eu ou minha família não teríamos condição nenhuma”, afirma.

A rede do Hospital de Amor atende mais de 6 mil pessoas por dia, com estrutura que se mantém graças a doações, eventos beneficentes e trabalho voluntário.

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