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Teva Brasil anuncia vencedores do Prêmio Humanizar a Saúde 2025 e destaca impacto da humanização no atendimento

Foto: Divulgação

Redação Plenax – Flavia Andrade

A Teva Brasil divulgou os projetos vencedores da 4ª edição do Prêmio Humanizar a Saúde, iniciativa que reconhece ações que transformam a experiência de cuidado no país. A cerimônia ocorreu em 18 de novembro, em São Paulo, e premiou três instituições que se destacaram nas categorias Saúde Mental, Doenças Raras e Oncologia. Ao todo, 127 projetos, de 114 instituições de 16 estados, participaram da seleção. Cada iniciativa vencedora recebeu R$ 50 mil para fortalecer e ampliar suas ações.

Segundo Roberto Rocha, gerente-geral da Teva Brasil, a humanização é indispensável para resultados clínicos mais positivos e para práticas de saúde mais éticas e inclusivas. “Os projetos vencedores demonstram, na prática, como ciência, acolhimento e inovação social podem caminhar juntos para transformar vidas”, afirmou.

Projetos vencedores

Saúde Mental – Hospital Pequeno Príncipe
O Projeto Bem-Estar foi o destaque da categoria, com foco em reduzir dor, estresse e ansiedade de crianças e adolescentes em atendimento. A iniciativa reúne ferramentas como realidade virtual, vídeos, jogos e uso de pomadas anestésicas para tornar procedimentos clínicos, cirúrgicos e ambulatoriais menos traumáticos.

Doenças Raras – Casa Hunter
O prêmio ficou com o Day Hunter, programa que oferece acompanhamento multiprofissional a pacientes com doenças raras e seus cuidadores. O atendimento engloba investigação diagnóstica, orientação terapêutica e suporte psicológico e social, reunindo especialistas de diversas áreas, como medicina, nutrição, fisioterapia e fonoaudiologia.

Oncologia – Associação Peter Pan
O projeto Casa e Cuidado: Saúde Digna para Nossas Crianças, do Programa Moradia Mais Saúde, foi o escolhido da categoria. A iniciativa atende famílias de pacientes em vulnerabilidade social e promove condições dignas de moradia — incluindo reformas, móveis e itens essenciais — para reduzir abandono de tratamento e melhorar a qualidade de vida. Mais de 50 pacientes já foram beneficiados diretamente, e outros 200, de forma indireta.

Rocha reforça que “a humanização não é um complemento do cuidado, mas parte central dele”. Para ele, os projetos premiados mostram o potencial das ações que combinam acolhimento e ciência para transformar realidades em saúde.

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